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![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() A variedade da flora da Mata Atlântica sempre despertou o interesse de viajantes, artistas, naturalistas e comerciantes estrangeiros. E foram esses últimos que logo perceberam o grande negócio que seria o comércio dessas plantas - como o bougainville, o gravatá, a bromélia, as orquídeas e os filodendros - para decoração e ornamentação de jardins. Mas se eram sucesso no exterior, as plantas nativas só começaram a ganhar prestígio nos jardins brasileiros muito recentemente, graças à criatividade do paisagista Burle Marx, que consagrou o uso dos filodendros, das helicônias e das bromélias e criou, em sua casa, no Rio de Janeiro, um verdadeiro santuário de espécies nativas. Nas iniciativas em defesa da natureza, algumas espécies acabam se destacando, como os jequitibás, por seu porte majestoso, as orquídeas e as bromélias, pelo vistoso e muitas vezes inesperado colorido, e as quaresmeiras, que, no princípio do ano, salpicam de um roxo muito vivo as encostas e vales. No caso do pau-brasil, no entanto, foram as razões históricas e econômicas que o colocaram em destaque. |
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