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O valor das plantas medicinais para a sociedade e para a economia é incalculável. Um em cada quatro produtos vendidos nas farmácias é fabricado a partir de materiais extraídos de plantas das florestas tropicais ou de estruturas químicas derivadas desses vegetais.
Além disso, há a madeira, os frutos e as plantas decorativas, que também têm o seu valor.
Os diversos ciclos econômicos extrativistas e de cultivo contribuíram para a perda da cobertura florestal na Mata Atlântica. A exportação do pau-brasil, por exemplo, praticamente eliminou essa espécie dos ambientes naturais e só pode ser vista em jardins botânicos e áreas de cultivo.
Depois foi a vez das madeiras de lei, os jacarandás, que também desapareceram. As culturas da cana, do café e a pecuária se encarregaram do restante. Isso sem contar a madeira queimada para a fabricação do carvão vegetal.
Os fatores que aceleram a degradação das florestas no Brasil têm sido os mesmos para todas as formações florestais, em épocas e intensidades diferentes: uso indiscriminado dos recursos e do solo.

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